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Um ensaio sobre Freak Pop e Trash Arte.

Quem nunca teve medo ou nojinho d’A Volta dos Mortos Vivos ? Demorei muito pra conseguir ri do filme, eu sentia mais medo do clima trash do que dos zumbis. Outro clássico trash que coloca José Mojica Martins no bolso é um programa onde uma indivídua grita, puxa os cabelos e joga dinheiro no ar pedindo desesperademente pra você ligar e responder: “Quantos Triâgulos há na figura?”, ainda na vibe Insônia, temos as simulações da Igreja Universal, cuidado com o encosto, se você não é um membro da IURD e ja passou mais de dez minutos assistindo só para se divertir com a atuação e o roteiro, então você é trasheiro!

Confesso que não sou um fã do trash oitentista, eu só acho extremamente fascinante e divertido. Mas também não tem como não odiar o trash, a estética trash está em toda parte, não é mais coisa cult. Ele invadiu o mainstream é só ver as produções do Youtube que viram chiclete na boca do povão.

Mas e o Freak?

Há quem diga que freak é apenas uma evolução do trash, eu não acredito! As duas estéticas apesar da proximidade são bem distintas. O Freak é rico de ironia, proposidade e o humor negro, não há como não amar.

Para começar a amar, veja um futuro clássico de Tim Burton, que ele mesmo define como: Freak Show.

Se o trash marcou as décadas de 80 e 90, o freak começa com tudo nesse novo século, vide a Diva Frak Pop, Lady GaGa e o Artista Plástico Demian Hirst.

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